sexta-feira, 4 de maio de 2012


Pra voltar as atividades com o pé direito!
Enjoy it!


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fica a dica (cinema): O Turista


Gente, vamos combinar que quando o filme tem como protagonista o Depp (adoooooooro), não se pode esperar menos... Ação, romance e suspense... Não deixe de conferir!
Fica a dica! ;)



Sinopse
Os passos de Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie) são acompanhados de perto pela equipe chefiada pelo inspetor John Acheson (Paul Bettany). O motivo é que ela viveu por um ano com Alexander Pearce, procurado pela polícia devido a sonegação de impostos em torno de 700 milhões de libras. Ninguém sabe como é o rosto de Pearce, nem mesmo Elise, já que ele passou por várias operações plásticas para escapar de seus perseguidores. Ele enfim entra em contato com Elise ao lhe enviar um bilhete, onde pede que vá encontrá-lo em Veneza e, no caminho, procure alguém com tipo físico parecido com o seu, para enganar a polícia. Elise segue as ordens à risca e, no trem a caminho da cidade italiana, se aproxima do professor de matemática Frank Tupelo (Johnny Depp), que viaja sozinho. Ele fica atraído por sua beleza e aceita a oferta de ir até o hotel dela, assim que chegam a Veneza. Só que logo Frank se torna alvo de Reginald Shaw (Steven Berkoff), um poderoso gângster que teve mais de US$ 2,5 bilhões roubados por Pearce.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Isabel Allende



"He sido forastera durante casi toda mi vida, condición que acepto porque no me queda alternativa." Essa frase de Isabel Allende, talvez dê uma pista sobre o significado da literatura para a escritora.

Isabel Allende, filha de diplomata e sobrinha do presidente chileno Salvador Allende, nasceu no exterior, mas tem nacionalidade chilena. Trabalhou como jornalista em periódicos, em revistas femininas e na televisão antes de publicar seus livros. Também foi colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile.

Após o golpe do general e a morte de Salvador Allende, em 1973, o clima de terror obrigou-a a abandonar o Chile com a família e buscar refúgio na Venezuela. Em Caracas, trabalhou como repórter do jornal "El Nacional" e como professora de idiomas numa escola pública. Escreveu histórias infantis, além de algumas peças teatrais. Depois de se divorciar do primeiro marido, Miguel Frías, Isabel Allende mudou-se para a Califórnia (EUA), onde, em 1988, se casou com o americano Willie Gordon.

Isabel atribui seu êxito como escritora ao célebre poeta chileno Pablo Neruda, que no inverno de 1973 aconselhou-a a abandonar seu trabalho como repórter para se dedicar a escrever livros de ficção. Ela não levou muito a sério a sugestão, e demorou quase dez anos para transformar a idéia em realidade.

Seu primeiro romance, "A Casa dos Espíritos" (de 1982, adaptado ao cinema em 1993), foi bem recebido pela crítica, e colocou o nome de Isabel na tradição literária do realismo mágico de Gabriel García Márquez. As crônicas familiares misturadas à política também deram o tema ao seu romance seguinte, "De amor e de sombra" (1984). Seguiram-se "Eva Luna" (1985), "Histórias de Eva Luna" (contos, 1989), "Paula" (sobre a doença e morte de sua filha, 1991), "Plano infinito" (1993), "Afrodite" (histórias e receitas afrodisíacas, 1994), "Filhas da fortuna" (1999), "Retrato em sépia (2000), "A cidade das feras" (2002), "O reino do dragão de ouro"(2003), "O bosque dos Pigmeus" (2004), "Zorro, começa a lenda" (2005), "Inés da minha alma" (2006), "A soma dos dias" (2007) e o seu mais recente "A ilha sob o mar" (2009).

Sua fama de escritora, aliada à sua condição de refugiada, fizeram dela palestrante requisitada nos Estados Unidos e Europa. Foi também professora universitária de literatura na Universidade de Berkeley, entre outras. É considerada a mais famosa romancista contemporânea da América Latina. Atualmente, continua morando nos EUA. Vale a pena conhecer esta mulher singular e sua rica obra! Fica a dica! ;)


terça-feira, 24 de agosto de 2010


FOGO&GASOLINA


É tão estranho fugir de si mesmo... não só estranho como difícil também.
Como tirar algo que está entranhado em nós, sem que sintamos aquele terrível vazio na alma?

No começo, houve dúvida, fuga, fingimento, porém é chegada a hora em que o destino põe frente a frente, vilão e mocinho, o gato encontra o rato, ser desejado e desejante...

Ahh destino... algo tão imprevisível, poderia por sua graça e obra propor a nossa inversão de papéis? E se ao invés de ser a presa, fosse eu a caçadora? Se fosses tu, meu objeto de estudo ao invés de ser meu único e mais insano desejo?...

É notório que me deixas confusa, nervosa, infantil, perigosamente tentada, e o pior: perdidamente apaixonada... Tens o inoportuno dom de ler meus pensamentos, e assim me desnuda, desvenda, provoca... Meu tolo coração alerta para que eu fuja, mas já é demasiado tarde, pois todos os meus sentidos me levam a você... Sinto-me como em um labirinto, onde você é o único ponto de partida e de chegada.

Percebo, enfim, que é inútil fugir se esse amor que nos une também nos alimenta, somos sol e lua, noite e dia, fogo e gasolina...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Clarice, DIVA!


Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.

Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.

Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.

Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.

Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.

Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.

Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.

Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.

Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.

Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.

Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.

Já tive crises de riso quando não podia.

Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.

Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.

Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.

Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.

Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.

Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.

Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.

Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade...

Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".

Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.

Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.

Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.

Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.

Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!

Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!

Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.

Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!


(Clarice Lispector 1925 - 1977)

domingo, 25 de julho de 2010

Tu recuerdo - Ricky Martin feat La mari Chambao


video



Música perfeita... Me faz viajar... A-D-O-R-O!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O que acontece quando os sonhos que são construídos em conjunto morrem?...


O que acontece quando os sonhos que são construídos em conjunto morrem?
Somos um brinquedo nas mãos do destino. Destino esse que achou por bem nos separar, hoje em dia me envolve em algo que irrefutavelmente me leva a você...
Você... Através de ti, descobri que sou capaz de amar alguém do modo mais intenso, mais insano e mais lindo que imaginei. Esse sentimento que antes me dava medo, agora me atormenta. Se converteu em meu bicho papão, minha criptonita. Acho que por isso que cada vez que você é lembrado, seu nome mencionado, a barreira que construí durante esses longos meses (que mais me pareceram séculos!) para me proteger de ti, desmorona igual castelo de cartas, que no sopro mais leve desmorona.
Fico triste, choro... na rádio toca a ‘nossa música’ I'm yours (Eu sou seu). Taí uma mentira bem contada, uma ilusão... Nesse mundo em que ninguém é de ninguém, você era o meu sonho de consumo, o que eu mais queria.
O meu sonho de Ícaro... igual a ele, voei, subi... Minhas frágeis asas de cera se derreteram ao aproximar-me de ti, meu sol... eu caí. Despenquei. Não podia ser, pensava eu. Eras meu anjo (ou um demônio bem disfarçado?).
Desde a minha “queda”, luto pra reerguer-me, dia após dia. E com um simples gesto você arruína, derruba o meu muro, a minha proteção.
Será que não basta o que sofri, o que sonhei sozinha? Os planos, as horas que eu desperdicei chorando por algo que só existia na mente divagante?...
Pois é, terei que reerguer meu muro, tijolo por tijolo porque você resolveu aparecer...
Doeu... Dói, só eu sei como... Ainda demoro procurando e colando cada pedacinho do meu coração que fizeste o favor de estilhaçar...
Por fim, admito e consigo enxergar agora que sempre sonhei sozinha. Pedi o impossível ao mortal mais falho que conheço (ou pelo menos que eu ACHAVA que conhecia) e recebi tudo o que você poderia me dar: NADA! A gente só dá o que tem...